Archive for the ‘ Postais de Lisboa ’ Category

Lisbon by night

com vista para o quarto…

Comentário de uma vizinha:
– “Ah! que coisa mai linda! Sempre me saiu cá um vaidoso…”
– Acha?!

Purpurina


Tenho o nome de uma flor
quando me chamas.
Quando me tocas,
nem eu sei
se sou água, rapariga,
ou algum pomar que atravessei.

Eugénio de Andrade

Postais de Lisboa – Rossio

Menino António cumpre o ritual de dar milho aos pombos.
Em criança, a gente presta-se a cada coisa…!

Autor desconhecido, 1962

Postais de Natal – Lisboa

Praça do Município

Postais de Lisboa

Com a construção do Passeio Público, agora Avenida da Liberdade, o novo centro de Lisboa passa do Rossio para a Rotunda.
Em 1917, dava-se início à construção da estátua de homenagem ao Marquês de Pombal, neste palco de momentos históricos, desde os combates no dia 5 de Outubro de 1910, passando pelo funeral dos liberais Miguel Bombarda e Cândido dos Reis, até à inesquecível noite de 14 de Maio de 2000, em que Iordanov pendurou um cachecol do Sporting no pescoço do Marquês…

Foto da esquerda, 12 de Agosto de 1917 – Início dos trabalhos de construção do Monumento ao Marquês de Pombal
Foto da direita, 11 de Maio de 2006 – Conclusão dos trabalhos de pavimentação da entrada do Túnel das Amoreiras

12 de Agosto de 1917 – Lançamento da primeira pedra do Monumento ao Marquês de Pombal

Dava-se assim continuidade ao programa de expansão de Lisboa para norte e estabelecia-se uma nova centralidade, com as Avenidas Novas a constituirem-se como a Lisboa do século XX.
Ironicamente, no início do século XXI, a construção do Túnel visa descentralizar a simbólica zona do Marquês, eixo central da entrada na cidade.

13 de Maio de 1934 – Duarte Pacheco na Cerimónia da Inauguração do Monumento ao Marquês de Pombal

Foto da esquerda, década de cinquenta:
vista da Avenida Fontes Pereira de Melo com Estátua do Marquês ao fundo, a partir do ainda e sempre fantástico terraço do Hotel Eduardo VII, na esquina com a Avenida António Augusto de Aguiar.
Foto da direita, 13 de maio de 2006: obras do troço do túnel com ligação à Avenida António Augusto de Aguiar.

O milésimo post do Luminescências é dedicado à memória da Semiramis.

Imagens pb retiradas do Arquivo Municipal de Lisboa – clique para ampliar

pessoal e transmissível

Desafiado pelo Rodrigo, cá vai:

hábitos/manias/pancadas/noias:

Só não guardo dinheiro, não sei porquê!

De resto, guardo cadernetas de cromos coleccionadas na adolescência, revistas com dez e quinze anos, bilhetes de cinema, de concertos ( creio que o mais antigo é do Peter Gabriel no Dramático de Cascais, nos idos de setenta), bilhetes de jogos de futebol, postais, relógios sem conserto…

Eu sei, eu sei que não tenho tomado os remédios…!
Contam-se pelos dedos da mão, o número de vezes que não volto atrás para me certificar que o carro está fechado.

Nem vinho, está bom de ver!
Em lugar de o beber… colecciono-o! Que coisa estranha…

It`s Oh So Quiet… schhh… schhh
O alarme do telefone programado para 30 minutos antes de me levantar…
Pelo prazer de ouvir a Bjork pelo menos 3 vezes, com intervalos de 10 minutos…

Mas tem de ser no meinho!
Sempre que compro bilhetes para espectáculos, tento ficar no último terço da sala.

Regulamento do jogo:
“Cada bloguista participante tem de enumerar cinco manias suas, hábitos muito pessoais que os diferenciem do comum dos mortais. E além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher cinco outros bloguistas para entrarem, igualmente, no jogo, não se esquecendo de deixar nos respectivos blogues aviso do “recrutamento”. Além disso, cada participante deve reproduzir este “regulamento” no seu blogue.”

Assim sendo, a coisa passa para:
Noite – Ad tempus
Cristina – Farol das Artes
Papo Seco – Uma sandes de atum
Jorge Ferreira – Tomarpartido
João Sousa André – Estação Central

E ainda para a minhoca iluminada